Quem fará oposição ao governo, na Câmara.

Deputados da oposição se destacam, em críticas no premeiro dia de serviço da Câmara Legislativa.

Foto: Divulgação
Celina Leão, (foto Divulgação)

Distritais da oposição criticam a postura “fominha” da base e lembram um acordo extra-oficial firmado na posse dos parlamentares, em 1º de janeiro, que tirou da disputa da Mesa Diretora o empresário Olair Francisco
(PTdoB), um dos integrantes do único bloco de oposição, chamado de Avanço Democrático. Na ocasião, o vice-governador Tadeu Filippelli (PMDB) fez o papel de negociador no imbróglio que se tornou a discussão pelo comando da Casa. Os deputados negociaram por cerca de oito horas. Uma das propostas feitas para acabar com o impasse foi reservar a Ceof para Olair. Se a promessa não for cumprida, a oposição pode medir força com o governo.

A deputada Celina Leão (PMN) acredita que a reunião ocorrida entre o governador Agnelo Queiroz (PT) e os distritais da base, na última sexta-feira, pode ter refletido na Câmara, principalmente, no chamado “Bloco dos 14”, composto pontualmente para a formação da Mesa Diretora e que ainda mantém representantes nos corredores da Casa. “O governo quer fazer pressão na Câmara, mas poderá não refletir conforme o esperado”, analisou ela, que deseja estar à frente da Comissão de Defesa de Direitos Humanos, Cidadania, Ética e Decoro Parlamentar. Colegas de bloco de Celina, Eliana Pedrosa (DEM) e Liliane Roriz (PRTB) estão de olho na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). As indicações que o grupo fará serão definidas em um almoço hoje.

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