GDF apresenta balanço do plano de governo de Rollemberg

O panorama é que 82% das propostas estão concluídos ou em fase de implantação, mas a secretária não apresentou números de quantos estão concluídos realmente

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Rollemberg

O Executivo local começou o ano fazendo um balanço dos três anos do mandato de Rodrigo Rollemberg (PSB). Nesta terça-feira (2/1), o governador – que está de férias da Bahia – escalou a secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag), Leany Lemos, para analisar as ações da gestão para saúde, educação e segurança pública, por exemplo.

Leany focou nos compromissos assumidos por Rollemberg na campanha de 2014. O governador firmou 467 compromissos em um documento de 90 páginas. O panorama, segundo o governo, é que 82% das propostas estão concluídos ou em fase de implantação. Contudo, a secretária não apresentou números de quantos estão concluídos realmente. “Posso garantir que a maioria das ações estão em andameto”, destaca.

 

Entre 2015 e 2017 o Executivo local investiu R$ 2,5 bilhões. As áreas que estão mais distantes de cumprir 100% da meta de Rollemberg São a educação(31%), a assistência social (29%), a mobilidade (27%) e desenvolvimento e sustentabilidade (24%).

Leany assumiu que metas que dependem de dinheiro do Governo Federal ficaram prejudicadas, como a ampliação do Metrô. Ela destaca que mesmo com a defasagem, as medidas estão em andamento. “Muitas ações não estarão prontas em 2018, mas fica o legado a partir de 2019”, justifica.

Umas das propostas que não foi é a construção de creches. O governo construiu 23 creches para. O número é abaixo do compromisso da gestão: 369 unidades.

Leany disse que a Secretaria Educação abriu cerca de 12 mil vagas. Isso foi possível com parceria com creches particulares. “Abrir novas creches é um processo que leva cinco anos. Com as parcerias universalizamos as matrículas e zeramos a fila. Nosso interesse é ter mais crianças matriculadas. Para alcançarmos a meta, adequamos s proposta”, pontua.

“Melhorias significativas”

Outra medida que Leany destacou o cumprimento é o reajuste salarial para servidores. “Já não colocamos no orçamento deste ano. O reajuste traz uma despesa de R$ 2 bilhões por ano. Não temos de onde tirar essa despesa continua. Hoje, a alternativa para aumentar salários é aumentar impostos. O governo já decidiu que isso não será feito”, conclui.

O governo comemorou índices alcançados na saúde, onde Rollemberg cumpriu 90% das 50 propostas – entre elas a expansão do programa Saúde da Família. Na segurança, 87,7% dos 37 compromissos foram cumpridos. Na Educação, 69% das 65 metas foram implantadas. “Foram melhorias significativas. Hoje, há coisas sendo feitas que vão impactar na vida das pessoas nos próximos anos”, completa.

A secretaria também destacou o investimento em medidas para atenuar a crise hídrica. “No plano de governo já prevíamos essas situação. Há 15 anos não havia investimentos. Mesmo com recursos escassos e no ápice da estiagem, conseguimos aplicar investimentos na área”, disse a se referir as obras de captação no Lago Paranoá, Bananal, entre outras.

Participação popular

Leany destacou a participação popular na formulação de projetos do governo. Em três anos, mais 3,7 mil pessoas participaram do programa Voz Ativa, do qual o governo recebeu 1,1 sugestões. “Isso aproxima o governo dos anseios da comunidade. Dessa forma, fica mais fácil administrar recursos e implantar ações do governo “, avalia.

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