POR QUE INVENTAMOS A POESIA!

POR QUE INVENTAMOS A POESIA!

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Evan do Carmo – Poeta e Editor

Há um mito tolo que diz que a poesia não é artigo popular, que não é trabalho salutar, e que é sim passa tempo vulgar, que é ofício insalubre, coisa de gente desequilibrada ou de espírito vagabundo.

Pode ser, até certo ponto, uma meia-verdade, contudo, a poesia sendo marginalizada, e às vezes perseguida, apesar de tudo isto ainda persiste, existe e existirá, pelo menos enquanto houver mundo, homem na terra e estrelas no céu, enquanto houver amor, e amantes, sofrimento, traição, desespero e solidão.

Enquanto houver sol e lua. Dia e noite, mares e rios, flores e crianças a sorrir, mulheres a chorar, enquanto houver sonho e esperança, haverá um poeta em cada canto deste mundo sem razão, sem objetivo. Talvez seja este o motivo de termos inventado a poesia.

E ainda mais interessante é que a musa é como uma fênix, que renasce a cada por de sol, e o poeta a encontra em suas noites de angústias em seus dias festejos, na cama da mulher amada ou na contemplação de um porto solitário.

Evan do Carmo

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