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Polícia Civil faz operação contra fraude e investiga agentes públicos

Gustavo Moreno/CB/DA PressA Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (30/4), a Operação Trick – que investiga o suposto envolvimento de agentes públicos em um esquema de lavagem de dinheiro. Policiais da Coordenação de Repressão aos Crimes contra o Consumidor, à Ordem Tributária e a Fraudes (Corf) cumprem desde às 6h mais de 32 mandados de conduções coercitivas e 38 de busca e apreensão inclusive nas residências dos envolvidos. A ação ocorre em Águas Claras, Sobradinho, Taguatinga e Asa Norte.

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Executaram ontem outro homem

Executaram ontem outro homem
assassinaram outro irmão nosso
não é irmão por ser brasileiro
não há pátria fora da humanidade.

irmão por ser humano,
irmão por ser homem
irmão por ser mortal
irmão por ter vícios
irmão por ser imperfeito
irmão por ser estúpido
irmão por acreditar na felicidade
irmão por acreditar em Deus.

A solidariedade universal,
a regra de ouro, a base sagrada
para construção da nossa humanidade a suprema revelação da nossa miséria a consciência de que todo homem morre.

Somos homens, por isso morremos, isto bastaria para sermos humanos solidários
e ainda somos fuzilados por outros irmãos em alguns subterrâneos mundo afora
submundos onde não ecoa a voz da justiça.

Prenúncio de calote. Pendura de dívidas do GDF afasta empreendimentos, dizem empresários

Não caiu bem entre as empresas fornecedoras de materiais e mão de obra do Governo do Distrito Federal (GDF) a notícia de que as dívidas sem empenho do governo com o segmento seriam quitadas em até 30 parcelas, conforme revelou o Correio ontem. Segundo empresários do setor, o calendário de pagamentos, que pode se estender até o fim da atual gestão, deve inviabilizar a permanência de vários empreendimentos no mercado, especialmente os de pequeno e médio portes. Segundo o secretário-chefe da Casa Civil, Hélio Doyle, as possibilidades de pagamento e os critérios ainda são estudados.

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Supremo concede prisão domiciliar a nove executivos da Lava Jato

Ricardo Ribeiro Pessoa, presidente da UTC (Foto: Marcos Bezerra/Futura Press/Estadão Conteúdo)A segunda turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (28), por três votos a favor e dois contra, conceder prisão domiciliar a nove executivos investigados pela Operação Lava Jato. O tribunal, no entanto, determinou que os nove empresários e funcionários de construtoras suspeitas de envolvimento no esquema de corrupção que atuava na Petrobras terão de utilizar tornozeleiras eletrônicas.

Entre os executivos beneficiados pela decisão do STF está o dono da construtora UTC, Ricardo Ribeiro Pessoa, apontado peloMinistério Público Federal como líder do cartel de empreiteiras que pagava propina para fraudar licitações e obter contratos superfaturados na Petrobras.

Dos cinco integrantes da Segunda Turma, votaram pela concessão de prisão domiciliar aos executivos os ministros Teori Zavascki, Dias Toffoli e Gilmar Mendes. Já os ministros Cármen Lúcia e Celso de Melo se manifestaram pela manutenção das prisões preventivas (sem prazo determinado). Não cabem mais recursos para manter os nove executivos presos.

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Secretaria impõe mordaça a professores após tumulto em escola

Depois de briga entre os docentes e o diretor da Escola de Música, a secretaria de Educação do Distrito Federal publicou uma circular para impedir que os funcionários se comuniquem com a imprensa, sem autorização da pasta. “É vedado aos servidores e gestores, sem a devida autorização, repassar à imprensa informações, áudios, imagens das unidades educacionais, de documentos ou alunos. O vazamento de tais conteúdos, mesmo pelas redes sociais, será rigorosamente apurado”, diz o documento. Em resposta, a secretaria reconhece que a circular “gerou dúbia interpretação” e que o documento não busca censurar a comunidade escolar (leia íntegra da nota, ao final deste texto).

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Agnelo é alvo de ação por improbidade por reintegrar ex-distrital à PM

Carlos Alberto Freitas/Coligação Respeito por Brasília - 3/9/14O ex-governador Agnelo Queiroz é alvo da terceira ação de improbidade administrativa apresentada pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios este ano. A Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público acusa o petista de ter reintegrado o ex-deputado distrital Marco Lima indevidamente aos quadros da Polícia Militar do DF. A decisão custou mais de R$ 1 milhão aos cofres públicos, referentes aos salários retroativos pagos ao PM. O MP pede a devolução desses valores, a suspensão dos direitos políticos do ex-gestor por oito anos e o pagamento de uma multa de mais de R$ 2 milhões.

Além de Agnelo, também foram alvos da ação de improbidade o ex-chefe da Casa Civil coronel Rogério Leão, o ex-consultor jurídico do GDF Paulo Guimarães, o ex-assessor jurídico do governo Raimundo Dias Irmão Júnior, e o ex-chefe do Núcleo de Gerência Institucional de Assuntos da PMDF Túlio Kayson Ferreira Malheiros. Segundo o Ministério Público do DF, eles teriam assinado pareceres para amparar o ato de Agnelo Queiroz.

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Com R$ 1,6 bilhão em dívidas, GDF divide em 30 parcelas por 4 anos

Com valor calculado em R$ 1,6 bilhão, dívidas do governo com cerca de 500 credores, entre fornecedores e prestadores de serviço, serão quitadas em mais de 30 parcelas, até o fim do atual mandato. Enquanto isso, atacadistas temem cobrança retroativa do ICMS

Minervino Junior/CB/D.A Press A equipe do governador Rodrigo Rollemberg (PSB) faz os ajustes finais na elaboração de um cronograma para o pagamento das dívidas herdadas da gestão anterior. Calculado em R$ 1,6 bilhão — R$ 1 bilhão de despesas antigas e R$ 600 milhões de restos a pagar —, o montante deve ser quitado integralmente com os mais de 500 credores em pelo menos dois anos, podendo se arrastar até o fim do atual mandato. Os principais auxiliares do governo têm se reunido desde janeiro para tratar do tema. Eles são responsáveis por estabelecer critérios, como a ordem dos pagamentos e quantas parcelas serão necessárias para o Executivo ficar em dia com os fornecedores e prestadores de serviço. O anúncio do calendário deve ocorrer em maio.

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