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Distritais de oposição vão pedir impeachment do Rollemberg

Por mentir a respeito das contas do governo, Rollemberg teria quebrado o decoro, pois um político não pode fazer molecagem desta natureza.

O TCDF (Tribunal de Contas do Distrito Federal e Territórios) informou nesta quinta-feira (28) que o GDF (Governo do Distrito Federal) estava com saldo bancário de R$ 17,2 milhões no dia 31 de dezembro de 2014. Ainda segundo o tribunal, desse valor havia R$ 10,2 milhões em recursos disponíveis nas contas correntes e mais R$ 7 milhões em aplicações financeiras. Nesses investimentos está incluído o valor de R$ 64,2 mil, que refere-se apenas à Conta Única do Tesouro junto ao BRB (Banco Real de Brasília).

Agora com o abandono  da base aliada de Celina Leão, Rollemberg deve perder feio se for à votação seu impeachment. O governo Rollemberg está em banca rota, não tomou posse ainda, e pensa que ainda está em campanha.

Celina Leão abandona o barco do Rollenóquio

Como havia dito, Celina Leão não tem perfil pra ser governo, ainda mais de um governo fanfarrão como este. Eu disse, no início do governo que se ela não quisesse ser anulada da política de Brasília, devia deixar o governo antes de ele afundar. Rollemberg afunda nas mentiras, será mais um fracasso total este seu governo.

Ana Rayssa/Esp. CB/D.A PressA presidente da Câmara Legislativa, Celina Leão (PDT), vai deixar a base do Governo do Distrito Federal (GDF). A deputada distrital anunciará, na tarde desta terça-feira (2/6), no plenário da Casa, o desligamento da base de apoio a Rodrigo Rollemberg (PSB). No discurso, ela explicará os motivos que a levaram a abandonar o socialista.

Aliada de primeira ordem do chefe do Executivo local desde a eleição no ano passado, ela era a deputada mais fiel ao governador na Casa. Tanto é que, na composição da mesa diretora da Câmara no início do ano, Celina elegeu-se para o posto mais alto do legislativo com apoio irrestrito de Rollemberg.

O governador vem sofrendo críticas no campo político e o desentendimento com a chefe do parlamento deve atrapalhar ainda mais a sua vida. Do começo do ano para cá, o Palácio do Buriti sofreu pelo menos cinco derrotas na Câmara. Agora, deve ter ainda mais dificuldade para aprovar projetos de lei apresentados semana passada que visam aumentar a arrecadação do GDF. Entre eles estão alteração na cobrança da Taxa de Limpeza Pública (TLP) e mudanças na previdência dos servidores públicos do DF.

Tribunal de Contas do DF revela mentira de Roolemberg e nega caixa zerado e garante que GDF tinha R$ 17,2 milhões no dia 31 de dezembro

pinoquioO TCDF (Tribunal de Contas do Distrito Federal e Territórios) informou nesta quinta-feira (28) que o GDF (Governo do Distrito Federal) estava com saldo bancário de R$ 17,2 milhões no dia 31 de dezembro de 2014. Ainda segundo o tribunal, desse valor havia R$ 10,2 milhões em recursos disponíveis nas contas correntes e mais R$ 7 milhões em aplicações financeiras. Nesses investimentos está incluído o valor de R$ 64,2 mil, que refere-se apenas à Conta Única do Tesouro junto ao BRB (Banco Real de Brasília).

O Relatório Preliminar de Auditoria sobre a Disponibilidade de Caixa do Governo do DF no Encerramento de 2014 foi apresentado em sessão ordinária do TCDF. A investigação durou dois meses, tempo em que o corpo técnico do TCDF analisou aproximadamente 1.400 contas bancárias, especialmente nos bancos BRB, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil. Também foram avaliados os respectivos registros contábeis no Sistema de Gestão Governamental.

Na avaliação dos registros contábeis, ou seja, aquilo que foi registrado pela Secretaria de Fazenda no Sistema de Gestão Governamental, se constatou um saldo disponível de R$1 milhão. Nesses dados, leva-se em consideração a disponibilidade financeira que foi registrada no Sistema, deduzidas as despesas referentes às ordens bancárias em trânsito, ou seja, ainda não compensadas pelo BRB.

Após realizadas as conciliações dos saldos bancário e contábil, os auditores do TCDF apuraram que o montante da disponibilidade financeira do GDF, deduzindo-se os recursos relativos a fundos (com destinação específica) e ao Poder Legislativo, em 31 de dezembro de 2014, era de R$ 4.7 milhões.

Saúde confirma morte de 3 pacientes isolados com suspeita de superbactérias

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal confirmou, durante coletiva de imprensa na tarde desta segunda-feira (1º/6), a morte de três pacientes no Hospital Regional de Taguatinga (HRT). No entanto, a pasta não confirma que a causa da morte dos pacientes seja superbactéria. Por enquanto, pode-se confirmar apenas que os pacientes que morreram tinham contraído duas delas: enterococo e KPC. Ao menos cinco pessoas com enterococo seguem isoladas no HRT.

“Estamos utilizando todas as possibilidades de cura, com utilização de novos medicamentos e até aqueles que já não usávamos há muito tempo. O trabalho de monitoramento de bactérias é diário nos hospitais”, garantiu a Coordenadora de infectologia do DF, Maria de Lourdes.

Segundo a Secretaria de Saúde, a emergência do HRT volta a funcionar nesta terça-feira (2/6). Ainda segundo a pasta, o hospital vai receber, na noite desta segunda-feira, uma operação de limpeza para desinfetar a unidade de saúde.

Entenda

Na noite desse domingo (31/5), a Secretaria de Saúde do DF confirmou a morte de duas mulheres que haviam sido isoladas no HRT, após terem contato com outra paciente contaminada por superbactéria.

No Hospital Regional do Guará, três pacientes seguem isolados depois que exames apontaram a presença da superbactéria Acinetobacter baumanii. No entanto, o atendimento na unidade de saúde segue normal.

Apagão de gestão, desperdício de dinheiro público

Atropelo e desconhecimento

Depois de anunciar aos quatro cantos que o Estádio Mané Garrincha seria a sede de diversas secretarias do GDF visando economizar é que se descobriu que este tipo de ocupação não seria viável por ocasião dos jogos olímpicos. Tal e qual na Copa do Mundo, durante as partidas de futebol das Olimpíadas de 2016, as arenas ficam sob a responsabilidade da FIFA. Conclusão quem se mudou vai ter que sair. E aja dinheiro.

Governo quer fechar posto de gasolina de Vicente Pires

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Posto de gasolina em Vicente Pires. Em véspera de abrir ao público que tanto esperou por este serviço essencial, corre o risco de não se concretizar. Porque o governo atual quer fechar, com argumentos frágeis, quando na verdade se trata de influência do cartel que comanda o mercado de combustível de Brasília. 
O mesmo cumpriu todas as formalidades legais. Não há portanto motivos para tal arbitragem do governo do DF.

Entrevista com o Secretário de Gestão do Território e Habitação Thiago de Andrade:

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Foto de André Borges

1)    Segeth  carrega  hoje  a responsabilidade de avançar na chamada  regularização dos condomínios, onde os governos passados falharam. Como o senhor pretende fazer isso?

O intuito da Secretaria de Gestão do Território e Habitação (Segeth) é por meio do diálogo dar transparência e alinhar o relacionamento entre entes do governo de forma efetiva para que haja celeridade nos processos de regularização. É importante salientar para a população que existem processos que devem, a partir de agora, serem menos burocráticos.  São muitos condomínios e cada um, em uma situação diferente para a aprovação. Não é possível assinar um decreto que regularize todos de uma só vez. É preciso que os representantes e moradores de cada área se mantenham informados sobre o processo de regularização do seu condomínio, e que evitem falsas promessas e não façam uso dos “vendedores de facilidades”.  
 

2)     O GRUPAR foi criado para acelerar as análises dos processos de regularização em um só lugar.  O senhor extinguiu o GRUPAR, como tramitarão os processos agora?

Primeiramente, o Grupar não foi extinto. Ele foi incorporado dentro das funções da Segeth. Hoje, a Secretaria funciona como porta de entrada de todos os processos de regularização, já a interface entre os órgãos se dá pelo Grupo Intersetorial de Urbanismo. 

 

3)    A população está muito descrente que a regularização aconteça um dia. É certo que sem o comprometimento dos interessados a regularização não avança. Como o senhor pretende vencer o descrédito da população e avançar com as regularizações em todo DF?

Com informação e correção. Estamos reconfigurando os fluxos de aprovação e buscando um diálogo saudável com MPDFT.

 

4)    No Governo passado o MPDFT foi um entrave para a regularização. Tudo que era aprovado também era questionado.  Foi divulgado que o GDF e MPDFT integram um grupo de trabalho para avaliar e acelerar os processos de regularizações. Como vocês pretendem trabalhar juntos?

Já tivemos duas reuniões apresentando planos de ação e estratégias para regularização mais eficiente e com segurança jurídica.  

 

5)    Muitos conflitos ainda atrasam a conclusão dos processos de regularização. O senhor entende que o Fórum Distrital de Regularização Fundiária poderia atuar na mediação de tais conflitos?

 

Sim, mas para isso será preciso o Fórum criar instâncias e ordenamento internos que tenham o respaldo junto ao judiciário.

 

6)    O Termo de Compromisso como o assinado em GDF e empresarios resultou em um regularização que MPDFT entende atender os requisitos mínimos para aprovação. O senhor pretende usar termos de compromissos para solucionar pendências e viabilizar mais regularizações?

 

Sim, é um bom caminho que se mostrou eficaz e seguro.