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Gondim deve assumir Fazenda

O secretário de Saúde, Fábio Gondim, deve acumular duas funções no governo e assumir a chefia da Secretaria de Fazenda.

Com a saída de Leonardo Colombini da pasta, o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) convidou o consultor do Senado e especialista em orçamento para o cargo. De 2011 a 2014, Gondim trabalhou no governo do Maranhão, onde chegou a acumular quatro secretarias.

Policiais civis entram em greve no DF; assembleia está marcada para 14h

Breno Fortes/CB/D.A. Press
Policiais civis em assembleia na Praça do Buriti em 21 de maio de 2015

Os policiais civis iniciaram greve às 8h nesta terça-feira (1º/9). Setenta por cento do efetivo será mantido nas unidades, mas apenas flagrantes e crimes graves serão registrados. Uma assembleia geral está marcada para acontecer por volta das 14h na Praça do Buriti, no Eixo Monumental, para definir os próximos passos da paralisação.

Segundo o presidente do sindicato da categoria, Rodrigo Franco, entre as reivindicações estão: a recuperação das perdas inflacionárias dos últimos anos; manutenção da isonomia de tratamento com relação à Polícia Federal; nomeação dos 400 aprovados no concurso de 2013 da corporação; normalização das remoções de servidores e normatização dos critérios de procedimentos.

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Mais uma baixa no governo Rollemberg: sai o secretário de Fazenda

14/05/2015. Crédito: Claudio Reis/Esp. CB/D.A Press. Brasil.Em meio a uma grave crise crise financeira, o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) perdeu a sua principal aposta para equilibrar as contas públicas.

O secretário de Fazenda, Leonardo Colombini, entregou o cargo nesta noite (31). O atual secretário-adjunto, Pedro Meneguetti, assume a secretaria.

Colombini assumirá a função de consultor do BRB.

Esperem a indicação,  pois será sem dúvidas mais uma para pagar acordos de campanha, e de onde virá o novo secretário, da seara do Sarney?

Minhas Memórias, estou a escrever.

Nasci em 29/04/1964, em uma cidade do sertão da Paraíba chamada Monteiro. Meus pais são, Heleno e Ana Maria. Minha mãe era mais conhecida como Nanú. Meu pai era analfabeto, sua função na vida era cuidar de roça, era de fato um lavrador de terras.  Minha mãe sabia escrever seu nome, também era feirante e costureira. Criei-me entre milho e melancias, entre frutas e verduras, e tecidos das costuras de minha mãe, que não raro entrava pela noite, com suas encomendas para vizinhos e conhecidos. Mãe, aos sábados, vendia na feira da cidade a sua produção semanal, ela além de costurar ainda plantava verduras e legumes, enquanto meu pai plantava milho e feijão, melancia e bananas. Fui à escola com sete anos de idade, não me lembro no momento o nome da escola, só sei que era um colégio municipal, contudo, o nome da minha professora eu nunca esqueci, chamava-se Veroneide. Era uma linda mulher, morena e alta, de olhos negros e boca carnuda, não me lembro se era casada. Não era comum, naquele tempo professores terem intimidade com alunos como acontece hoje em dia. Mesmo assim consegui, não sei com que argumento que minha amada professora fosse nos visitar em casa, e lembro muito bem que os meus pais lhe receberam com sorrisos e agrados e que lhe deram até presentes, coisas da nossa seara, como melancia, milho e feijão verde.

Comecei a escrever as minhas memórias a partir dos sete anos de idade, pois não consigo recordar de nada antes deste período escolar, minha mente não consegue resgatar lembranças anteriores ao aos meus tão marcantes anos escolares. Lembro-me de algo muito enigmático, no meu primeiro dia de aula, e como sei que se trata mesmo do meu primeiro dia na escola? Pela relevância dos fatos ocorridos. Lembro-me de chegar em casa eufórico, aos gritos com minha mãe, ao lhe contar o que sucedera, por ter acertado uma pergunta da professora, coisa que não era comum, pois eu não tive nenhuma instrução pré-escolar. A pergunta foi: “Quantos dias tem um ano”? Eu, lá do fundo da sala, gritei involuntariamente: “365 dias, professora.”. Minha mãe ficou radiante com esta notícia e disse, “você é mesmo muito inteligente meu filho.” Acontece que meu irmão mais velho, o Jadeilson, também estudava na mesma sala comigo, na mesma série que eu, ambos na primeira série. Ele era mais inteligente do que eu, pelo menos era o que se dizia lá em casa, e desde este dia começou ficar indelével uma competição entre nós que dura até hoje. Então, qual foi o comentário dele, a respeito da minha assertiva, sobre a quantidade dos dias do ano? Dizia meu irmão que foi uma “cagada,” que tinha acertado por acaso, e fora verdade, pois com sete anos, filho de pais ignorantes, quem teria me ensinado coisas desta natureza. Não importa, o fato é que eu fiquei com moral entre os colegas, e minha bela professora não se importou muito em saber se eu havia arriscado, ou se eu de fato era um garoto especial.

Minhas aventuras na escola foram poucas, nenhum caso digno de nota, a não ser, é claro, a paixão por minha professora, eu a amava desesperadamente, a ponto de sonhar com ela todos os dias. Hoje, como poeta posso bem compreender, o que se chama vulgarmente paixão. Ela foi meu primeiro amor platônico, sem dúvida minha primeira musa, pena que não lhe fiz nenhum poema, a não ser convidá-la para almoçar em minha casa e lhe dar melancias. Ela foi minha professora até o terceiro ano, acontece que logo depois de ser reprovado na terceira série, eu abandonei a escola. Em seguida perdi meu pai, antes de contar sobre sua doença, me lembro que ele era um homem muito severo, penso hoje, que assim eram todos os pais daquele tempo. O meu pai não gostava de sorrir, nem de brincadeira com ninguém, era homem de poucos amigos, diria de nenhum amigo, e quanto aos filhos, ele disciplinava com bastante vigor e até com certo exagero. Eu, por exemplo, por ser talvez o mais difícil, ele não raro me batia de correia de borracha, correia de cama, havia naquele tempo camas feitas de tiras de borrachas em vez de ripas de madeiras, então meu pai guardava uma destas correias para nos bater quando merecíamos. Uma coisa que sempre fazia, era juntar nós dois, eu e meu irmão mais velho, ambos apanhávamos juntos, geralmente pela mesma travessura, e a mais frequente travessura era o futebol. Eu amava jogar bola, mais minha função no campo era o gol, digo atuar no gol, tinha verdadeiro talento para goleiro, com dez anos de idade era o mais solicitado para defender o time do bairro, eu fiquei famoso por agarrar muitos pênaltis. Íamos jogar, geralmente quando voltávamos da vazante, pois tínhamos como obrigação principal aguar os canteiros e fazer novos, para atender a demanda da feira em que minha mãe trabalhava aos sábados. Mas o futebol era sagrado, mesmo que depois, ao chegar em casa levássemos uma bela surra, tudo valia a pena para estarmos juntos com a molecada da nossa rua. Não éramos de briga, mas meu tio, que era um pouco mais velho que nós, certo dia arrumou uma confusão, e nesta briga levou varias pauladas de um garoto que tinha a fama de ser valentão. Este tio meu chamava-se Jurandir, e gostava de fazer uma brincadeira em que fingia desmaiar, porém, nós logo percebemos sua malandragem e não caímos mais na sua pegadinha, contudo, neste dia em que brigou na rua, com este valentão, apanhou bastante no rim em nas costas, não sentiu nada no momento, até ficou parado em quanto o garoto lhe batia. Meu tio se passava por durão, mas poucos dias depois, não me lembro bem quanto tempo passou, um certo dia de manhã, ele estava na cozinha e de repente começou passar mal, a ficar verde e a vomitar, até desmaiou de verdade, coisa que a princípio não dei crédito, pelo fato de ter o costume que tinha, o de fingir desmaios, mas ele realmente passou muito mal e foi internado com varias ulceras da surra que levara.

Meu pai se chamava Heleno Francisco do Carmo, não tenho dele muitas lembranças, meu pai morreu quando eu tinha onze anos, contudo, guardo algumas lembranças, sobretudo da época em que ficou doente. Meu pai era um homem muito forte, um trabalhador exemplar. Era um lavrador, homem que cuida da terra, ele próprio tinha um pequeno pedaço de terra, por onde passava um riacho, terra fértil, onde plantava cana e milho e melancia. É disto que me lembro bem, também plantava bananas.

Não sei dizer se meu pai era um homem triste, se tinha crise existenciais, talvez fosse muito feliz, pois tinha uma bela família e uma linda esposa, honesta e trabalhadora. Lembro-me da sua relação com minha mãe, eram felizes, combinavam em quase tudo, ambos desejavam que seus filhos estudassem para não serem analfabetos como eram. Meu pai era alto e moreno, tinha ombros largos como eu, era um homem bonito, mas não me recordo que alimentasse alguma vaidade nem vícios. Trabalhava incansavelmente para sustentar sua família, grande para os padrões atuais.

De domingo a domingo ele sempre repetia sua rotina; acordar cedo e ir ao trabalho, além de suas próprias lavouras, milho e feijão, ele ainda trabalhava de meia ou alugado para outros produtores rurais. Meu pai era homem temente a Deus, pelo menos é esta a impressão que tenho até hoje, pois sempre ia à missa aos domingos de manhã, com toda família, mas ao voltar pra casa, logo depois do almoço, ia ao trabalho, cuidar de um pequeno e produtivo roçado, que ficava perto de casa, meu pai só retornava à noite com um feixe de cana nos ombros.

Éramos oito filhos, cinco homens e três mulheres, minha mãe ficou grávida de uma menina quando meu pai faleceu. Foram seis meses longos, a duração da doença fatal de meu pai. Meu pai nunca ficava doente, era como touro, todos os homens o invejavam, seu vigor físico e moral. Mas todo herói fatalmente sucumbe no final da epopeia. Meu pai tinha chagas desde adolescência. Fora picado por um barbeiro, na região onde foi criado este inseto fez muitas vítimas, e a medicina não tinha os meios para prolongar a vida dos seus pacientes. Meu pai só veio manifestar os sintomas da doença aos quarenta anos, foi avassaladora sua enfermidade, em seis meses apenas ele veio a óbito.

Minha mãe foi uma guerreira e fez tudo que pôde e o que não podia para salvar a vida do seu amado. Lembro-me com muita tristeza, de uma vez que eles voltaram de uma cidade próxima, aonde foram em busca de uma nova forma de tratamento, mas não havia muito o que fazer, meu pai estava com o coração muito comprometido, estava rejeitando os remédios, e não havia nenhuma esperança de cura ou de melhora, ele vivia muito cansado, e minha mãe passava longas noites ao seu lado. Nós éramos muito pequenos, mas já compreendíamos que nosso herói estava condenado à morte trágica. Logo se agravou seu quadro, minha mãe teve que lhe internar no hospital público de nossa cidade, onde foi bem cuidado, mas em poucos dias ele já demonstrava fraqueza extrema, não se alimentava e as injeções que tomava não causavam mais nenhum efeito paliativo, então meu guerreiro pediu para morrer em casa, pedido que fora atendido pelos médicos dele, minha mãe o levou pra casa, mais meu velho não aguentou a pequena viagem de pouco menos de três quilômetros, faleceu nos braços de minha mãe dentro da ambulância.

Esta é mais uma das inúmeras tentativas que faço, para escrever sobre meu pai. Sei que daria um belo e humano romance, todavia nunca serei capaz de levar a cabo este projeto, é dolorido demais para mim, pois a dor e o trauma da sua ausência em minha infância ainda é deveras penosa para mim.

Rollemberg começa a pagar a conta da vitória sobre Agnelo

Presidente da Câmara, Celina Leão, Silvio Assis e o governador Rodrigo Rollemberg.

Eis o homem de Sarney, Sílvio Assis, lobista que indicou o secretário de saúde, agora montou sua base para esquema milionário nas empresas públicas do DF, o alvo são: Saúde, BRB, Detran, Sedeste e Mobilidade, este foi o preço que Rollemberg pagou para derrotar Agnelo Queiroz, veja mais. abaixo.

Secretário de saúde do DF foi Indicado por Sívio Assis lobista de Seney

A influência e o peso do lobista Silvio Assis junto a autoridades: Lobista flagrado na operação Miquéias da Polícia Federal recebe as chaves de Brasília das mãos do governador Rodrigo Rollemberg

O artigo 171 do Código Penal tornou-se pequeno para o lobista Silvio Assis, que desembarcou em Brasília a cerca de cinco anos e montou uma estrutura de imprensa FatoOnline, portal bancado por um grupo de empresários com interesses nos cofres de estruturas governamentais. Silvio Assis tem um estilo próprio que envolve pessoas que buscam negócios ou oportunidades, um perfil típico de estelionatário.

Presidente da Câmara, Celina Leão, Silvio Assis e o governador Rodrigo Rollemberg.

Para chancelar o artigo 171, o perfil do lobista traz no seu currículo ou ficha corrida várias passagens por situações criminosas. No discurso de apresentação do site portal FatoOline, Assis, reservou várias laudas e fez usar apenas duas para travestir o seu perfil de estelionatário em empresário de grande porte.

Silvio Assis, diante de convidados e autoridades ilustres até do judiciário, justificou sua ascensão meteórica de empresário bem sucedido, dizendo ser operador no mercado financeiro e mais, justificou sua “ fortuna “ dizendo ser fruto de seu trabalho. O mesmo filme já se passou com um empresário que atuava com jogos de bingo, o piauiense, Paulo Guimarães, que também desembarcou em Brasília chegando do Piauí dizendo ser milionário em matéria de capa na revista VEJA.

Na ocasião, Paulo Guimarães disse à reportagem ter amealhado mais de R$ 1 milhão com a modalidade do Bingão dos Importados, em que eram entregues carros de luxo importados aos contemplados na década de 90. A Receita Federal devastou as contas do então empresário e descobriu fraudes e sonegação fiscal que culminou com a falência.

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Exclusivo: CPI dos Transportes no DF e os cartões explosivos

Algo estranho acontece nos meandros da Polícia Civil do Distrito Federal, vem caindo do céu alguns cartões que dão direito ao transporte coletivo de Brasília, podendo cada um alcançar R$ 20 mil reais e foram parar na Comissão Parlamentar de Inquérito dos Transportes Coletivos de Brasília, na Câmara Distrital.

A denúncia que esta na CPI, é que existem cerca de 300 cartões em que são “descarregados” levando a fraude aos cofres do DFTRANS. O Curioso é que a denúncia foi bem antes da operação Trick e hoje é comentário nos bastidores do meio policial que os cartões tem vínculo com esta operação.

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